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Na pequena cidade de Vilaré, todo mundo conhecia as histórias de heróis perfeitos nas revistas e na TV. Mas ninguém esperava que o salvador local tivesse o traje errado, o plano torto e um coração gigantesco. Esse era Blankman. Origem atrapalhada Carlos Blank era um técnico de eletrônicos que adorava gibis e inventos estranhos. Depois que uma experiência com um gerador caseiro deu errado (e lhe deixou uma marca branca em forma de raio na testa), Carlos ganhou habilidades improváveis: um instinto dramático exagerado, uma capacidade de improviso fora do comum e… uma tendência a tropeçar no momento-chave. Convencido de que a cidade precisava de um símbolo, ele costurou uma capa, pintou um “B” torto no peito e virou Blankman. O jeito Blankman de salvar o dia Blankman não tinha gadgets elegantes nem estratégia infalível. Seu cinto continha itens aleatórios: fita adesiva, imãs de geladeira, um relógio que não funcionava e uma máscara de dormir com olhos desenhados. Em situações de perigo, ele improvisava. Quando um caminhão perdeu os freios, Blankman saltou para cima, agarrou-se ao pára-choque e… acabou sendo rebocado até o lago, onde acabou salvando uma família graças a um improviso com o relógio enferrujado que virou sinalizador. Resultado: ninguém se machucou; todo mundo riu; Blankman foi fotografado encharcado e viralizou. A dupla dinâmica Ao longo do tempo, Blankman ganhou ajudantes inesperados: Dona Marlene, uma costureira que consertava suas capas em troca de histórias; e Léo, um adolescente fã de tecnologia que aguardava os tombos para instalar câmeras escondidas e transformar cada falha em conteúdo. Eles formaram a “Oficina do B” — centro de operações onde ideias malucas viravam planos um pouco menos perigosos. Vilões com motivos Os inimigos de Blankman não eram monstros abstratos, mas pessoas com ambições exageradas: o Prefeito Lustroso, que queria transformar praças em estacionamentos; a Dona Engrenagem, chefe de uma fábrica que poluía o rio; e o Dr. Formal, um advogado que tentava ganhar processos usando leis obscuras. Blankman enfrentava cada um com tropeços, desculpas e soluções criativas: uma sessão de tricô público para distrair o Prefeito, uma festa de limpeza comunitária para envergonhar a fábrica, e um julgamento teatral que Blankman conduziu sem saber as regras, mas com tanto coração que convenceu o júri. Lições entre risadas Por trás das confusões, Blankman ensinava coisas simples: coragem não é perfeição; rir de si mesmo une as pessoas; e que um plano bom é melhor que um plano perfeito. A cidade, que no início ria dele, terminou marchando ao seu lado sempre que precisava — mesmo que isso significasse usar boias infláveis em operações de resgate. Final em tom aberto Numa noite de festival, Blankman desapareceu no meio da multidão após mais uma confusão: lanternas voadoras foram soltas, seu rabo de capa enrolou num poste e ele foi arrastado pelo vento até o telhado da biblioteca, onde salvou um gato preso. Quando voltou, recebeu uma salva de palmas que ecoou pela cidade. Ele sorriu, acenou torto e disse só uma coisa: “Próxima vez, juro que farei diferente.” Ninguém duvidou — e todos sabiam que, com Blankman por perto, a cidade jamais seria entediante.
Se quiser, adapto essa história para um roteiro curto, episódio em quadrinhos ou fábula infantil. Qual formato prefere? Na pequena cidade de Vilaré, todo mundo conhecia
Create profiles for your capture targets and store all camera settings
Define your own set of filters
Various interfaces to connect your scope
Wide range of motorized filterwheels supported
Fully customizable horizontal and vertical toolbar
Fully customizable UI, different L&F and night mode colors
Keep the planet on the sensor during capture
Show ephemerides and calculate effective focal-length
History of all capture details
Automated image capture
Take automated timelapse series
Log file including all camera and capture parameters
It was back in 2008 when I got hold of a SONY newsletter announcing a new CCD sensor (ICX618) which promised fantastic sensitivity. Still working with an old webcam those days I instantly had the idea of replacing the webcam sensor with the new SONY sensor. It took weeks and dozens of emails to get the confidential spec of the new sensor. When I saw the sensitivity values it was clear: I had to have this sensor! The Basler Scout scA640 was the first machine vision camera on the market using this sensor and when I bought it the nightmare began: the included software was useless for planetary imaging and running the camera with the VRecord webcam tool was a complete PITA. Bugged by the inability to store even the basic camera settings I decided developing my own capture software.
What started as a solely private project soon turned into higher gear when fellow astronomers saw the software and insisted on getting it. I decided to make it public, included new camera interfaces and after years of continuous development FireCapture has evolved to one of the leading planetary capture tools. Developing the thing is only one part of the story: with a supportive community of users behind me I always had the feeling of someone 'looking over my shoulder' during the countless hours of programming. I can't mention all but just want to say:
Thank you guys !